quarta-feira, 9 de junho de 2010

O bode dos bodes

Creio que meu desafio vitalício é espantar o bode que me persegue. Ele vive amarrado em meu calcanhar e como a cada dia vai ficando mais velho, vai ficando também mais gordo (assim como eu). No meu post passado, escrevi sobre a falta de vontade em escrever. Pois agora estou tentando assumir comigo mesmo um compromisso em escrever com mais frequência, como uma forma de terapia, para me comunicar mais com meus amigos, enfim, para desabafar.


Um dos motivos de tanto bode (acho que o principal eles) é a minha escala de trabalho. Aliás, comecei a rascunhar este texto no trem, na minha longa viagem de volta pra casa, no verso da cópia da minha escala (cagada) do mês de maio, onde fui contemplado com 6 dias de folga (num período de 31 dias). Estes dias foram divididos entre uma segunda-feira, uma terça-feira, uma quarta-feira, uma quinta-feira e dois sábados (uau!!!) . Quando fui questionar meu chefe por não ter nenhuma “dobradinha” ele me disse que infelizmente não conseguiu dar 2 dias seguidos para ninguém, mas a equipe da noite foi a única a pegar 2 finais de semana. Não sei por que meu chefe considera 2 sábados como 2 finais de semana, ainda mais depois dele em pessoa ter feito uma ponte no feriado de Corpus Christi, e ter ficado 4 dias em casa. Pimenta nos olhos dos outros é refresco né?? Melhor nem discutir...

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